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Testes de alergia à proteína do leite poderão ser feitos na rede pública de saúde

Testes de alergia à proteína do leite, em crianças de até 2 anos, poderão ser aplicados nas unidades públicas de saúde do estado do Rio de Janeiro. Isso é o que determina o Projeto de Lei 5.421/22, de autoria do deputado Rosenverg Reis (MDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na última quinta-feira (03/08), em segunda discussão.

A medida será encaminhada para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la. Os Testes de Provocação Oral (TPO) – realizados para o diagnóstico precoce de alergia à proteína do leite de vaca (APLV) – serão realizados após pedido médico. Também ficará a cargo do Executivo regulamentar a norma.

“Esse exame é considerado um padrão ouro para estabelecer o diagnóstico dessa alergia. No teste será realizada a oferta progressiva do alimento suspeito, após um período de exclusão, em doses frequentes e intervalos regulares, com concomitante monitoramento médico de possíveis reações clínicas”, explicou Rosenverg.

A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é a reação adversa a alimentos mais comum na infância. Os sintomas incluem vômitos, diarreia e má absorção, podendo ocasionar retardo do crescimento. Manifestações dermatológicas e respiratórias também são frequentes e podem ocorrer ainda irritabilidade, cólica e recusa alimentar.

 

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