Psiquiatra Augusto Cury anuncia intenção de disputar a Presidência
Foto: Divulgação / Augusto CuryO escritor e psiquiatra Augusto Cury anunciou na quarta-feira (4/3) a intenção de disputar a Presidência da República nas eleições de outubro. Ainda sem filiação partidária definida, ele afirmou que pretende entrar na corrida eleitoral com a proposta de “conciliar o país” diante do atual cenário político.
Reconhecido por obras voltadas ao desenvolvimento pessoal, Cury destaca sua trajetória como diferencial. Segundo ele, são mais de 45 milhões de livros vendidos em cerca de 90 países, além de uma base superior a 10 milhões de seguidores nas redes sociais. O autor afirma que pretende levar para a política a experiência adquirida ao longo da carreira como escritor e conferencista.
Ao justificar a pré-candidatura, Cury declarou que o Brasil atravessa um “momento de forte polarização e ruptura social”. Para ele, conflitos ideológicos e disputas políticas vêm aprofundando divisões entre famílias, amigos e diferentes grupos da sociedade.
Entre as propostas apresentadas está o “Projeto Brasil – 2027 a 2050”, que prevê medidas nas áreas econômica, educacional e tecnológica, com ênfase no uso de inteligência artificial em diferentes setores estratégicos.
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Outros nomes colocados como presidenciáveis
Com o anúncio, Augusto Cury passa a integrar o grupo de possíveis candidatos ao Palácio do Planalto. O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, filiado ao Partido dos Trabalhadores, é apontado como possível candidato à reeleição.
No campo da direita, o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, também é citado como pré-candidato. Levantamento recente do instituto Paraná Pesquisas indicou cenário competitivo em eventual segundo turno.
Pelo Partido Social Democrático, três governadores são mencionados como possíveis nomes à disputa: Ratinho Junior (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás).
Outros nomes que vêm sendo citados no cenário nacional incluem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o ex-ministro Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e Renan Santos, coordenador do Movimento Brasil Livre (Missão).





