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Petrobras reduz gasolina em 2%, aumenta gás de cozinha em 6% e mantém diesel

A Petrobras anunciou no dia 11 de junho a redução de 1,9% no preço da gasolina e aumento de 5,9% no preço do gás de cozinha. O preço do diesel seguirá o mesmo praticado nos últimos 40 dias, quando a empresa havia realizado os últimos reajustes dos combustíveis automotivos.

É o décimo-quarto aumento consecutivo no preço do gás de cozinha, após um período de queda no início da pandemia. A partir deste sábado, o quilo do GLP (gás liquefeito de petróleo, como é chamado o gás de cozinha) será elevado em R$ 0,15, para R$ 3,05. Considerando um botijão de 13 quilos, o aumento é de R$ 1,09, passando a R$ 44,20.

Nos comunicados sobre reajustes divulgadas nesta sexta, a Petrobras diz que “busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa”, mas que “segue buscando o equilíbrio com o mercado internacional”.

A gasolina vinha sem reajustes desde o dia 1º de abril, o maior período sem alterações desde o início do governo Bolsonaro. O preço médio do combustível cairá R$ 0,05 por litro a partir deste sábado (12), para R$ 2,53. O repasse ao consumidor depende de políticas comerciais de postos e distribuidoras —o valor cobrado nas refinarias representa hoje um terço do preço final do produto.

Apesar da falta de reajustes, os preços continuaram em alta nas bombas durante os últimos 40 dias. Na semana passada, o litro do diesel foi vendido no país, em média, a R$ 4,490, valor 0,5% superior ao registrado um mês antes. A gasolina comum subiu 1,7% no período, para R$ 5,656 por litro.

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