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Procon-RJ amplia canais de reclamações e lança manual contra fraudes virtuais

A necessidade de isolamento social e o horário escalonado de atendimento do comércio fizeram e continuam fazendo com que muitas pessoas invistam em compras e contratações de serviços a partir do ambiente online. Mas a facilidade de não sair de casa, infelizmente, não priva dos problemas relacionados a atendimento, entregas, qualidade de compras e etc. Por causa disso, o Procon-RJ ampliou, neste momento de pandemia, os canais em que a população do Rio de Janeiro poderá registrar reclamações de maneira eficaz e segura.

Desde o início da pandemia, é possível ter atendimento completo a partir do site procon.rj.gov.br. Há a possibilidade também de registrar reclamação ou denúncia pelo aplicativo Procon RJ. O atendimento presencial também foi retomado, mas, para isso, será necessário realizar agendamento prévio.

É possível solicitar o agendamento por uma das seguintes formas: envio de e-mail para [email protected] com a palavra AGENDAMENTO no assunto; mensagem de WhastApp para o número (21) 99374-1505; ou telefonando para os números (21) 98596-4638 ou (21) 98596-5723. O horário de agendamento é das 10h às 16h, em dias úteis.

Dicas para evitar golpes

Para evitar que o consumidor seja vítima de estelionatários, o Procon preparou um manual que contém orientações para comprar pela internet de forma segura e dicas para não cair em fraudes virtuais. Além de alertar sobre os novos golpes online praticados, como o que utiliza o PIX, o sequestro do WhatsApp e os praticados em plataformas de vendas. O manual de prevenção às fraudes virtuais pode ser acessado através do link: http://bit.ly/manual-contra-fraude-virtual-proconrj.

Além disso, o Procon-RJ também preparou, e atualiza constantemente, uma lista que atualmente tem 230 sites não recomendados. Para ser incluído na lista, os servidores do Procon-RJ analisaram diversos fatores. Se a empresa entrega os produtos e serviços comprados, responde a reclamações do consumidor e notificações enviadas pela autarquia. Se o estabelecimento possui cadastro ativo na Receita Federal e está apto a emitir nota fiscal, se o site disponibiliza informações de contato e dados da empresa e como se relaciona com os clientes que efetuam reclamações. A lista completa pode ser acessada através do link: https://bit.ly/proconrj-sites-nao-recomendados.

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