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Instituto identifica caso da variante indiana da Covid-19 em morador de Campos

Um passageiro brasileiro que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos no sábado (22) está contaminado com a nova variante B.1.617.2 indiana da covid-19, conhecida por ser mais agressiva. A informação foi confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que realizou o sequenciamento genético do paciente para confirmar o seu quadro de contaminação.

Ele tem 32 anos e mora em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. Em cinco dias, ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no dia 22 de maio, e foi de São Paulo para o Rio de Janeiro, chegando à sua própria cidade.

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio até o momento não confirmou o caso, mas informou que o passageiro segue em isolamento e cumpre quarentena. “A Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), informa que o passageiro com procedência da Índia que testou positivo para Covid-19 segue em isolamento, cumprindo quarentena no município do Rio de Janeiro. Até o momento, não há confirmação de que seja um caso da variante B.1.6.1.7 (indiana)”, diz a pasta do governo do Rio por meio de nota.

Variante Indiana

A variante indiana do novo coronavírus, a B.1.617, já foi oficialmente detectada em 49 países e 4 territórios, segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) publicado nesta quarta-feira (26/5).

Até o momento, a OMS classifica 4 cepas como “variantes de preocupação global” (conhecidas pela sigla VOC): a britânica (B.1.1.7), a sul-africana (B.1.351), a brasileira (P.1) e indiana (B .1.617).

A variante indiana B.1.617 possui três sub-linhagens, com pequenas diferenças (B.1.617.1, B.1.617.2 e B.1.617.3), que foram descobertas entre outubro e dezembro de 2020. As três apresentam mutações importantes nos genes que codificam a espícula, a proteína que fica na superfície do vírus e é responsável por conectar-se aos receptores das células humanas e dar início à infecção

De acordo com cientistas e estudos realizados, a sub-linhagem B.1.617.2 também reduz a eficácia das vacinas da Pfizer e de Oxford/AstraZeneca, mas os imunizantes ainda são “altamente efetivos”, segundo estudo preliminar.

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