Bolsonaro diz que vai governar o Brasil com a Bíblia e a Constituição - Serra News | RJ

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28 de out de 2018

Bolsonaro diz que vai governar o Brasil com a Bíblia e a Constituição

Com 100% da apuração das urnas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57,7 milhões de votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47,03 milhões de votos. Jair Bolsonaro afirmou que será guiado pela Bíblia e pela Constituição durante seus quatro anos de governo.

Com 100% da apuração das urnas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57,7 milhões de votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47,03 milhões de votos. Jair Bolsonaro afirmou que será guiado pela Bíblia e pela Constituição durante seus quatro anos de governo.

Em discurso transmitido pela internet menos de meia hora após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) anunciar sua posição como o novo Presidente da República, Bolsonaro chamou a Bíblia de "caixa de ferramentas' para consertar o homem e a mulher.

"O que mais quero é, seguindo os ensinamentos de Deus, ao lado da Constituição brasileira, inspirando-se em grandes líderes, e com boa assessoria, isenta de indicações políticas de praxe, começar a fazer o governo a partir do ano que vem e, possivelmente, colocar o nosso Brasil no lugar de destaque. Temos tudo para ser uma grande nação", afirmou.

Em discurso recheado de referências cristãs, Bolsonaro afirmou que Deus o salvou da morte em 6 de setembro, quando foi atacado a faca durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), chamando o trabalho dos médicos que o atenderam de "milagre". "Deus reservou algo para mim e para todos nós no Brasil", declarou.

"Fizemos uma campanha não diferente dos outros, mas como deveria ser feita, afinal de contas, a nossa bandeira, o nosso slogan eu fui buscar naquilo que muitos chamam de caixa de ferramentas para consertar o homem e a mulher, que é a bíblia sagrada", disse.

Bolsonaro afirmou que decidiu disputar a Presidência há quatro anos porque "não poderia mais pensar só em mim". 

"Depois dos 60 anos essa vontade se fez cada vez mais presente, não por obsessão, não por querer ocupar a cadeira presidencial por um motivo pessoal. Ocupá-la sim para que juntamente com uma boa equipe nós pudéssemos ter, mais do que esperança, ter a certeza de mudar o destino do nosso país", afirmou.